quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ivanovic supera Azarenka e avança às quartas

Ivanovic não derrotava Azarenka desde 2010, quando a eliminou em Cincinnati (EUA) / Kazuhiro Nogi / AFPA tenista sérvia Ana Ivanovic venceu em sets diretos o duelo contra a bielo-russa Victoria Azarenka, na madrugada desta quarta-feira (17), e garantiu vaga nas quartas de final do WTA de Tóquio. 

Bandsports mostra o torneio japonês a partir da madrugada de sexta-feira, dia 19.

Terceira cabeça de chave, Ivanovic precisou de 1 hora e 39 minutos diante da atual número 25 do mundo para derrotá-la com parciais de 6/3 e 6/4, encerrando um jejum de quatro anos sem triunfos sobre a adversária.

A última vez que a atleta de Belgrado havia superado Azarenka fora na temporada de 2010, em Cincinnati, nos Estados Unidos. Desde então, a bielo-russa ganhou quatro partidas seguidas e agora acumula vantagem de 5 a 3 no histórico do confronto.

No primeiro set, a sérvia ameaçou o serviço da oponente oito vezes e converteu duas quebras, enquanto do outro lado da quadra Azarenka anulou o saque da rival uma vez e cometeu sete duplas faltas.

À frente no placar, Ivanovic valeu-se de aproveitamento superior com os pontos disputados no primeiro serviço (65% a 42%) e outras três quebras para ampliar e, com isso, administrar o resultado no Japão.

Desta maneira, ela enfrentará na próxima rodada a tcheca Lucie Safarova, sétima cabeça de chave, que precisou virar a partida contra a suíça Belinda Bencic (34ª) para avançar no torneio asiático, com parciais de 3/6, 6/4 e 6/2.

No retrospecto, Safarova mantém invencibilidade de cinco jogos diante de Ivanovic. As duas únicas derrotas da tcheca ocorreram em 2007 e 2008, nos primeiros jogos entre ambas. No último encontro, em maio deste ano, a número 15 do mundo eliminou a sérvia na tereceira rodada de Roland Garros.

Outra favorita classificada para as quartas de final em Tóquio, a eslovaca Dominika Cibulkova, sexta cabeça de chave, derrotou a norte-americana Coco Vandeweghe (7/6 (5) e 7/5) e agora espera a definição do duelo entre a alemã Angelique Kerber, principal favorita, e a ucraniana Elina Svitolina (35ª). 

ACIMA as mulheres Corinne Diacre, primeira mulher no planeta que dirige um profissional masculino, alcançado sua 1ª vitória com o Clermont 1 - 0 no Le Havre na 2ª divisão da França.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O esporte que amamos é composto das grandes pessoas que o praticam. Por exempIo, irmã Madonna Buder (a freira de ferro) que recentemente ganhou o ouro na categoria de idade 80-84, em ITU, no Campeonato Mundial de triatlo em Edmonton em um tempo de 4 horas e 19 minutos. Ela fez seu primeiro #triathlon com a idade de 52 e detém o recorde como a mulher mais velha nunca completar um Ironman triathlon de distância. Este é um esporte sem limite de idade

Regulamento deixou o DF fora do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino

Marcelo Ferreira/CB/D.A PressUm regulamento no mínimo esdrúxulo deixou o Distrito Federal fora do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Ao contrário do ano de estreia do torneio, em 2013, quando os times se classificaram com base no ranking das últimas quatro edições da Copa do Brasil, os critérios para a versão de 2014, com início hoje, ampliaram as portas de entrada. A mudança beneficia times tradicionais na modalidade masculina, mesmo que eles nao invistam na categoria das mulheres.

O ranking nacional de clubes do futebol feminino preenche as oito primeiras vagas das 20 do Brsaileirão feminino. A outra é reservada à campeã da Copa do Brasil. As 11 restantes são destinadas aos “os clubes que disputaram o Campeonato Brasileiro das Séries A ou B em 2013 (obedecendo a classificação)”. O inusitado no regulamento é que o terceiro critério para a participação dos clubes na competição é referente ao torneio masculino. Foi dessa forma que o caminho para o Brasileiro feminino ficou menos árduo para Avaí-SC, Bahia-RJ, Chapecoense-SC, Náutico-PE, Portuguesa-SP e Sport-PE. Se ainda houver vagas disponíveis, a organização do evento volta a chamar os clubes da nona colocação em diante do ranking feminino.

“Infelizmente, Brasília perde muito ao não participar do torneio nacional neste ano. A expectativa é de poder participar no próximo ano”, lamenta o presidente da Ascoop, Arnaldo Freire.

Desde o ano passado, o futebol feminino conta com duas competições nacionais: a Copa do Brasil, no primeiro semestre, e o Brasileiro, no segundo. Apesar de contemplar as expectativas de rechear o futebol feminino com mais competições, alguns contratempos marcam as duas edições do Brasileiro Feminino. No ano passado, a Ascoop, representante do DF em 2013, foi comunicada da participação na competição apenas cinco dias antes do torneio. “A gente sonha com o dia em que as mulheres também joguem um Brasileirão de pontos corridos, com 30, 36, 38 partidas ao longo do ano, em turno e returno”, desabafa em entrevista ao Correio o treinador Douglas Onça, da Ferroviária.

Em meio a significativas mudanças, o regulamento para a disputa do Brasileiro deste ano segue o mesmo da primeira edição. As 20 equipes foram divididas em quatro grupos. Os dois melhores times de cada chave se classificam para a etapa seguinte. Na segunda, os oito clubes são novamente separados em dois quadrangulares e apenas dois de cada chave avançam às semifinais, no esquema de mata-mata, com jogos de ida e volta. A final, também em duas partidas, ocorrerá em 22 de novembro.